domingo, 3 de julho de 2011

Paixões

O que é possível entender por paixões?

Definição: Característica animal necessária para instigar faculdades emocionais e até intelectuais. Age como uma combustão inflamável.

Exemplo de modelo: fogo de palha. Sua chama é tão forte quanto à velocidade com que se consome.

Às vezes, nos deparamos com certas situações em que sentimos esta tal de paixão por alguma coisa (veja, não necessariamente alguém) de forma tal que nos envolve, instiga e impulsiona fortemente que em grande parte dos casos não conseguimos recusar. Isso é realmente paixão, e elas são várias e de várias formas. As diferenças de entendimento, características de uso e intenção por parte das pessoas que possuem estas paixões são o que as fazem serem boas ou ruins.

Lembrando que tudo que é em excesso faz mal, até água, e claro que não enxergamos as paixões como sendo uma exceção. Se soubermos usá-las com seu propósito inicial (leia-se: sempre que nos é necessário e não exceder em vontade) vamos aproveitá-las muito bem, se não soubermos utilizá-las desta maneira, com certeza como qualquer outra coisa, complicações surgirão.

Um exemplo perfeito que sempre uso para descrever Paixão é a Curiosidade. Curiosidade? Sim, paixão do conhecimento. Assim eu a descrevo, e na verdade é perfeitamente concebível, uma vez que a curiosidade age de mesma forma, instiga o usuário ao conhecer. Entretanto com o excesso, temos o desvio, desatenção e desconcentração, produzindo uma vontade de conhecer outras coisas que para nós (leia-se: meros mortais bombardeados por informações constantemente no meio dessa sociedade), chama mais atenção, é como eu “pegar para ler” um livro de matemática, outro de português e uma revista com seu assunto preferido (ou uma baita loura de biquíni na capa), adivinha qual irá chamar mais atenção.

Então lembre, se perceber-se apaixonado por algo, ou mesmo por alguém, não deixe que o excesso, o mau uso e a incompreensão te cerquem senão a chance de uma cadeia de problemas totalmente desnecessários é grande e o pior é que vão te tomar algum tempo para resolvê-los.

E cá entre nós, quem é que gosta de ver numa sensação boa, um ar de “problema”, isso é na verdade, ao contrário do que muita gente pensa, ilógico.

sábado, 11 de junho de 2011

Generalização

Quando atribuímos a um grupo ou a um gênero uma ou mais idéias comum ou sobretudo verdadeira para a maioria, mas não para todos contidos neste grupo, estamos generalizando.

Este ato é mais comum do que se pensa, eu diria que o ser humano tem até necessidade de fazer este ato que se mistura entre exagero e pré-conceito. Senão em necessidade talvez em utilidade como, muitas das vezes, forma de desculpa para sua frustração pessoal (seja ela de qualquer natureza).

Ora é muito comum quando estamos decepcionados com alguma coisa e falamos, (para nos sentirmos melhores) em forma de desculpa, que aquilo acontece porque uma outra coisa qualquer é verdade. Sendo que parte desta afirmação na maioria das vezes é verdade sim! Entretanto não 100% e é nesta hora que nos cometemos o erro. Com isso temos 2 pontos a serem considerados.

  1. Generalizar também pode ser considerado um erro. A princípio o é, pois o pensamento deste ato além de ser inválido sempre, quero dizer, ao menos incorreto, pode agredir partes terceiras e o fazemos sem pensar mais calmamente, daí o podemos caracterizar como pré-conceito.
  2. Generalizar é também um sistema de defesa emocional, percebem? É um otimismo forçado e exagerado de nossa parte para nos fazer considerar a hipótese de um pensamento diferente sobre aquilo que nos decepcionou.

Mas também acredito que a globalização faça parte deste processo, aprendemos com a globalização em separar os assuntos a seu determinado público, por exemplo: quem não vem muito a internet, obviamente não experencia os pensamentos e características aqui apresentadas, tais como "memes" entre outras coisas que só se vem na internet. De fato sempre que isolamos um grupo, seus elementos se tornam vulneráveis a determinadas generalizações, e é importante observarmos que com o avanço das ciências tecnológicas, globalização e da intelectualidade na população através da história, esta "sequela" se faz presente em forma de um estado de retardamento intelectual inconsciente em cada um de nós, mais específicamente pessoas comuns, faixa etária dos 16~60 tendo completado o ensino fundamental ou básico.

Na verdade se observarmos mais a fundo, veremos que este "estado de retardamento intelectual inconsciente" é na verdade o avanço desenfreado a compreensão intelectual e o descarrilamento da compreensão moral. Sem entrar em tantos detalhes, podemos observar isto com o exemplo de um menino que vê uma balança, de um lado desta balança há o sua moral e do outro lado o seu intelectual, ele observa (tem a compreensão própria) do lado intelectual muito mais do que a do lado moral. É como se o outro lado da balança fosse quase invisível para ele mesmo, apesar de saber da sua existência, ele enxerga bastante turvo.

Mas uma vez retomado o estudo das nossas faculdades mentais produzindo a instiga por novos conhecimentos estamos menos sujeitos a sermos colocados nesta situação de a quase tudo generalizar, entretanto devo lembrar que não é sempre que temos esta vontade de compreender melhor as coisas.

Obviamente não faço vista grossa a estas idéias, uma vez que percebo poder errar ainda nesta linha de pensamento, entretanto estas são maneiras diferenciadas com uma dose de raciocínio que nos permite tratar este ato errado ou defensivo que nos é comum no dia-a-dia.


Generalizando e resumindo, é como diz o ditado do mané aqui da ilha: Se qués, qués. Se não qués diz.

E neste caso, Se queres compreender, busque saber. Se não o tens vontade suficiente, generalize.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Crônica - A importância

A Importância

"Importante não é existir, é querer continuar existindo;

 Importante não é pensar, é a maneira como se pensa;

 Importante não é ter um padrão de vida bom,
 é entender que a inteligência e a moralidade devem andar de mãos dadas;

 Importante não é a vida ou a morte, são os frutos que deles se colhe;

 Importante não é amar, é descobrir que o amor é algo realmente maior
 do que já se pensou, maior do que já se sentiu e maior do que já se sonhou;

 Importante mesmo é descobrir que fora desse amor não se vive, apenas se passa o tempo."

Marcel V. Ribeiro

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O defeito

E um anjo pergunta a Deus por que Ele havia criado os homens com “aquele defeito”.

- Que defeito? – perguntou o criador, com brandura.

- Bem – disse o anjo -, eu reparei que as pessoas só têm uma asa, e não duas, como nós, e sabemos que são necessárias duas para voar. Então parece que eles nasceram defeituosos.

- Acontece, querido anjo – explicou Deus -, que cada homem e cada mulher tem, sim, duas asas, só que uma está consigo e a outra está em outra pessoa, escondida. Eu os fiz assim para que eles aprendessem a voar em pares e assim conseguissem chegar mais alto.

- Além disso – continuou o Todo-Poderoso -, dessa maneira eles também aprenderão a respeitar e a cuidar uns dos outros. Qualquer pessoa que magoe outra poderá estar machucando sua outra asa, e assim ficará impedida de voar. Só pelo amor, nunca pelo ódio, se aprenderá a voar pela vida, aproveitando toda a maravilha que ela tem para oferecer.


Retirado do site http://www.sapiensapiens.com.br/  - A importância da parceria.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Inteligência Emocional

Pau que nasce torto não tem jeito morre torto. Será?

A consciência sobre seus sentimentos e emoções em momentos de tensão torna-se um diferencial no exercício das suas atividades pessoais e profissionais. Você tem consciência disto?

Apesar de ter sido moda no início dos anos noventa, o tema Inteligência Emocional continua mais atual do que nunca. Estamos passando por momentos nos quais as pessoas estão sofrendo, definhando, perdendo oportunidades por não entenderem o que lhes está acontecendo. Tudo muda rapidamente.
Vemos pessoas passarem por momentos de desequilíbrio emocional, tomarem atitudes impensadas, na maioria das vezes com resultados inadequados e mesmo assim não conseguem conter o ímpeto agressivo e literalmente explodem machucando-se, machucando as pessoas com as quais se relacionam e principalmente, as pessoas que amam.
Assistimos pessoas se matarem-se no trânsito, pais matando os filhos e filhos matando os pais. Enquanto nos perguntamos: O que está acontecendo?
Neste mundo globalizado, as atividades do dia-a-dia são tão intensas que não sobra tempo para olhar para nós mesmos. A ansiedade, um sentimento de proteção natural, de alerta, tornou-se um veneno emocional que tira a paz e a tranqüilidade do ser humano, contraria a própria natureza, levando-os ao desespero, à depressão e às vezes até a morte. Será este o caminho a ser seguido?
Temos medo de tudo; andar de carro, andar de ônibus, iniciar um negócio, iniciar um relacionamento, criar os filhos, sair de casa... Que mundo é este que vivemos e o que podemos fazer para mudar esta realidade?
Como evitar as tensões da vida moderna: como risco de demissão, estresse, dívidas para pagar, mercado competitivo, falta de tempo para o lazer, falta de tempo para conviver com a nossa família, pessoas que cuidamos e amamos? Estas são situações que tendem a alterar o estado emocional de muitas das pessoas, levando-as ao seu próprio limite físico e psíquico, cujo resultado é o desequilíbrio emocional que normalmente leva as relações pessoais e profissionais ao colapso.
Será que devemos sobrepor a razão à emoção ou aprender a usar as duas de forma equilibrada e inteligente? Isso mesmo. É possível aprender a usar as emoções de forma assertiva e inteligente, através do desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento da Inteligência Emocional.
Claro que para isso é necessário buscar conhecer a pessoa mais importante que existe, ou seja, “você”. Ao mesmo tempo é preciso aprender a fazer escolhas, tarefa nem sempre muito simples, pois requer atitudes voltadas para mudanças e mudar pode se tornar uma tarefa árdua e extenuante. Afinal, estamos treinando a vida toda para sermos o que somos e de uma hora para outra vemos que os comportamentos que temos já não são adequados para a construção de uma vida melhor. Porém, para abandoná-los é necessário, na maioria das vezes, despendermos de muita energia psíquica.
Se você tem amor pela sua vida, pelos seus familiares, pelos seus amigos, pela sua empresa tome uma decisão muito racional e comece a desenvolver a sua inteligência emocional. Passe a ter entusiasmo pela vida, apaixone-se por si mesmo, desenvolva a sua autoconsciência, desenvolva sua capacidade para reconhecer o que os outros estão sentindo, relacione-se, fale, escute, sinta e planeje a sua vida de forma a torná-la cada dia mais leve, mais excitante e cheia de amor.

Um dia me fizeram uma pergunta muito simples:
- Você, como pessoa pode melhorar?
Logicamente respondi com orgulho: SIM!!
Aí, veio a pergunta que transformou a minha vida...
- Então qual é o motivo de você ainda continuar sendo quem é?

Eu decide mudar!
E você qual é a sua escolha?

Por: Antonio Marco França  e Carlos Alberto Saad

Fonte: Retirado do site Dimensão - Desenvolvimento Pessoal

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tristeza

E eu lamento:

Ohh se eu pudesse explicar;

Oh se eu pudesse lhes fazer provar;

Ah se de algum modo eu conseguisse abrir cabeças e introduzir novos pensamentos do "como";

Ah se eu pudesse lavar com agua estes olhos sujos de areia e lama;

Como eu queria abrir corações e plantar-lhes uma simples semente de opções que mudaria vidas ao redor!


Então me frusto por mesmo tendo intensões maravilhosas nestes difíceis relacionamentos não consigo agir para realizalas. Quem sabe quando poderei faze-lo? Espero que ao mínimo após morte! Espero que ao mínimo eu possa com quem pensou uma vez sequer em mim!
Talvez consideraria em certos momentos uma tolice continuar com esta esperança que ainda enquanto vivo conseguirei abrir os olhos de outra pessoa ao meu lado e faze-la enxergar esta visão maravilhosa!

Mas insisto! Gostaria profundamente e imensamente que no futuro eu realmente possa fazer outros olharem dentro do meu ser e ver nele tudo aquilo que há de bom para se ver, não apenas o que represento, mas  estas interpretações tão convenientes e melhores que as de nossa ignorancia! Acho que se eu pudesse fazer um pedido pra valer, este estaria com certeza em sua prioridade máxima ou imensurável no que diz respeito a VIDA!

Triste é aquele que não consegue enxergar seus queridos REALMENTE felizes tanto como gostaria.

sábado, 9 de abril de 2011

Conceito de Felicidade, Conceito de Infelicidade ou Conceito de não-Felicidade?

Dinheiro.

Dinheiro = poder.

Poder = ato de tomar posse.

Ser possessivo = viciante.

Vício = traz malefícios.

Malefícios = trazem infelicidade.


Logo se, (Dinheiro++ <- Mal) .E. != Felicidade, então...

Dinheiro em excesso = Infelicidade.

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Se eu uso uma nota 1 real todo dia e por cada dia, me habituo com isso, entretanto chega um dia e recebo uma nota de 100 reais, quais processos psicológicos e mentais eu terei apartir daquele momento, tomando em consideração da pratica consumista da sociedade nos dias de hoje?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sentido da Vida

Hummmm, algo realmente "desafioso" para se falar, já que inúmeros GRANDES filósofos passaram sua vida inteira tentando desvendar esta incógnita e muitos chegaram a desistir da busca.

Então o que levaria um pobre mortal como eu a ter alguma coisa a dizer sobre tal questão? Bem, também sou humano e como tal tenho suas características através da vida. Veja, a vida não é fácil realmente, ela nos coloca em situações algumas vezes que você fica em dúvida, você não sabe se vai conseguir sobrepujar tais situações, e quando estas tempestades passam fica o pensamento do porquê das coisas na vida serem de tal forma como são.

Isto é o que leva ao pensamento inicial, os momentos através da vida nos fazem pensar no real valor que a vida tem. Ora, talvez a questão em si não seja qual o sentido da vida, mas sim se este sentido existe ou não... Consegue me entender? O ser humano tem a necessidade de saber pelo menos esta resposta, porque já será o suficiente para continuar vivendo nas horas mais difíceis da vida, esta é a chave, existe ou não existe sentido em viver? Mas, de mesmo modo que perguntamos já o concluímos.
Simples, pense logicamente, raciocine e formule condições: se... não existisse sentido em viver... porque estar vivo? Se... não existisse sentido em estar vivo, porque estudar? trabalhar? casar? amar? odiar? Qual sentido entre o bem e o mal? Que mérito teríamos nas nossas escolhas? E já que nossas escolhas nos proporcionam RESPONSÁBILIDADES, continuaríamos tendo estas segundo esta idéia? Que sentido haveria em sofrer? Que sentido haveria em ser feliz? Porque continuar vivendo?

Ora, se não ouvesse algum sentido para estas perguntas o suicída não seria senão uma pessoa inteligente que poupa seu esforço indo direto pro alem sem precisar passar por mais transtornos em sua vida, em vez de simples ignorantes que não perceberam que mesmo eles poderiam raciocinar em cima desta pergunta e chegar em mesma conclusão.

SIM! Existe sentido em viver. Qual é? Está já é outra pergunta. E que muito provavelmente não podemos responder até o dia de nossa morte já que constitui respostas individuais (se fosse a mesma resposta para todos não haveria necessidade de sermos todos diferentes e com vidas diferentes).

Se ainda assim não conseguires enxergar que existe algum sentido em estares vivo, reflita: não há nada lhe impedindo de cometer suicídio. NADA que possuas lhe impede, nem vícios, nem responsabilidades, nem emprego, nem família ou pessoas queridas, uma vez que se enxergada desta forma nada haveria sentido e portanto nada o prenderia aqui.
Mas se você enxergar esta frase como sendo falsa, se houver apenas uma desculpa, apenas uma exceção, algo que lhe faça entrar em vacilo na hora de cometer tal ato, então você já sabe que o sentido de estar aqui... existe.

PS.: Se ainda assim cometeres suicídio então será pelo desespero e pela covardia e não mais pela falta de compreensão.

sábado, 19 de março de 2011

Vícios e Virtudes

Desde criancinhas somos MUITO mal acostumados aos vícios, dentre eles a preguiça é o que nos inclinamos mais cedo. Normalmente por falha dos responsáveis, quando em querer poupar suas crias das suas aventuras infantis, acabam prejudicando. Sem a luta para a descoberta a criança se aprisiona e se satisfaz com o que lhe aparece sem esforço.

Reparem, onde existe virtude, não existe vício e vice-versa. São opostos, e nesse caso não se atraem. Um outro ponto é que não temos virtudes, praticamos elas, ou ao menos tentamos por alguns momentos ao longo de nossa vida. Então quando você escutar alguém dizendo que têm paciência espere até ela dizer que não aguenta mais, e ai você perceberá que quem tem alguma virtude não perde NUNCA. Não se pode perder o que se ganha em nível de evolução moral. Se você perdesse onde estaria o mérito, ou melhor, o sentido? E onde estaria o demérito por praticar somente os vícios?

Imaginem a virtude como estado latente em nossas consciências, como sendo uma barrinha de progresso, a medida que você pratica, você avança seu progresso e preenche essa barrinha. Quando se chega ao máximo dessa barrinha, a virtude se máxima em seu potencial prático, você não tem como nem pode deixar de praticá-la, é impossível e no caso improvável (qual sentido teria em tanto esforço para tornar uma virtude ativa se não se pode gozar dela?).

Decida bem suas vontades e encontrará um caminho equilibrado entre seus vícios e a pratica das virtudes. Mas isso se você realmente quiser se esforçar para tal, é claro. Não faz sentido hoje você agir em camaradagem, dizer que ama seu (sua) companheiro (a), que tens paciência no trânsito, que se preocupa com os outros, se amanhã essas vontades derem lugar a paixões físicas ou psicológicas em forma de vício imorais.

Acima de tudo, saiba bem o que desejas.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Eu não falo...

"Eu não falo para ricos. Eu não falo para pobres. Eu não falo para debochados ou para atenciosos, não falo para necessitados nem para luxuosos e muito menos para gananciosos. Não quero falar para quem é leviano ou para religiosos. Não importa quem seja, eu SÓ falarei para aquele que realmente QUER ouvir. Pois quem não quiser, não importa lugar, tempo ou motivos e explicações, não importa o que eu faça, se ele não quiser, ele não irá ouvir."

O LIVRE arbítrio nos foi concebido, você faz aquilo que quiser, mas é importante lembrar um detalhe, segunda lei de newton, para toda ação há uma reação, Lei de Causa e Efeito.

Se alguém quiser lhe dizer e você não quiser ouvir, TUDO BEM, o problema PODE ou não vir depois. Quero dizer, esteja seguro da sua escolha porque com ela estará arriscando mais ou menos.

É claro que não adianta nos pouparmos se quisermos viver bem, mas atenção com a LEVIANIEDADE e a IGNORANCIA. Algumas vezes elas podem te cegar e fazer com que você se arrependa. Pense ao menos na maior quantidade de possibilidades prováveis e aí tome sua decisão, pois com certeza a partir dela haverá uma conseqüência.


(Y)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ao infinito e além!

     O infinito é realmente uma das coisas mais relativas para o ser humano. Não sabemos dimensionar ao certo o quanto infinito o infinito pode ser, dentro da nossa minúscula mente que muita coisa não compreende.

     Frequentemente dizemos: É PARA SEMPRE, bom o "sempre" acaba afinal? Talvez a pergunta não seja bem essa e sim se iremos presenciar todo esse "sempre". É claro que isso não quer dizer que NÃO sejamos livres para crer no que quisermos, mas acho realmente que as coisas mudam muito, porque nós mudamos o tempo todo através da vida e este detalhe não pode ser esquecido.

     Talvez o que nos falte seja mesmo noção de tempo. Crer que o "amanhã" está ainda nesta vida é um pensamento mesquinho comum do ser humano. Se formos pensarmos em vidas, quem sabe se esse "sempre" possa ultrapassar 50 mil vidas... Ainda assim não chegou no final do "sempre", mas será que não teria sido o suficiente? 50 mil vidas não basta para satisfazer TODAS as nossas paixões humanas com relação a outrem? Tem certeza de que não seria o suficiente? (Repare o exagero no número) E QUEM humano pode afirmar que sim ou que não com a capacidade de compreensão que temos...? Mas então penso que se insistir nesta idéia do PRA SEMPRE, do infinito ao quadrado vezes dois e eternamente, seja ainda um exagero humano que é feito diariamente por uma grande falta de compreensão, por isso prefiro ainda assim (por exagero próprio talvez) não arriscar na ignorância pra não me arrepender "logo" depois.

     Também acredito que muitas pessoas usam essa forma de falar por insegurança. Uma necessidade de por nas palavras um sentido "convicto" (porém falso) de que "vai ser pra sempre" COM e POR medo de que não vá, mas de uma maneira que as vezes chega a ser espantosamente cega.

     Sabe, frequentemente, me preocupo mais com o momento (neste caso), do que com o "amanhã" que REALMENTE não podemos ter idéia de como vai ser, não importa quantas vezes você desejar que o tempo esteja ou estará a seu favor, ou ainda que seja escravo para a realização dos seus desejos, o que importa neste caso é como você termina cada milésimo de segundo da sua vida. Porque o fim "dessa vida" é o presente! É AGORA e não amanhã, o depois ainda estar por vir então espere ele chegar para ter certeza de como será. Quando você escreve uma história você sempre está no final das linhas porém não no final da própria história até que chegue lá. A eternidade desta vida está escondida neste princípio delicado que o ser humano ainda precisa enxergar.

     Se o seu passado atormenta seu presente, não coloque seu herói no futuro. Coloque seu herói no futuro se você conseguir colocar ele no final de cada dia de agora em diante.


By Voicesinmyhead.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Apenas com olhos você vê?

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Apenas com olhos você vê?


Apenas com o ouvido você ouve?


Apenas com a mão você toca?

Em tentativa eu digo que para ver precisas querer enxergar, para ouvir precisar tentar escutar, e que para tocar precisas sentir. Os verbos são meras ferramentas de propriedade animal, já a sua qualidade deve ser de propriedade humana.

Usamos nossos sentidos somente por usar, sem pensar nos potenciais que eles fornecem ou na intensidade com que podem fluir através das energias do nosso corpo. E não só isso, lembramos também que não só de sentidos é feito o homem, e que isto pode estar mais interligado do que se pensa.

Então só irá ver, aquele que desejar incessantemente enxergar não só com os olhos: o preguiçoso sente-os pesar anulando sua vontade; o ignorante costuma usar cabresto, domado por sua razão tão verdadeira quanto o seu limite de visão; o indeciso se preocupa em tentar acertar o que está vendo, mas não a maneira como está olhando; mas só quem tem força de vontade enxergará, pois para ele nunca será suficiente conviver constantemente com o cansaço, com limite de visão ou com dúvida. 


E já dizia a raposa: "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."  (Antoine de Saint-Exupéry)

 

Anormalize!

     Mudar? Se tiver vontade mude.

     Se quiser realmente mudar comece mudando a MANEIRA de como você tentaria mudar.

     Não adianta querer mudar agora se depois você retorna a agir da mesma maneira, para mudar você precisa criar um lugar dentro de você que seja novo, mas para criá-lo você precisa ser totalmente diferente de como você tentou antes.

     Você precisa pensar diferente, agir diferente, e sentir diferente de antes. Seu foco tem que ser outro, trace seus objetivos, mas faça deles caminhos para seu novo objetivo final. É claro que você não vai descobrir qual é e é aí que você deve começar a anormalizar.

     Descobrir seu foco, sua missão, objetivo principal, a razão de existir, o "porquê" de tudo. Viver essa tentativa de descoberta a cada segundo é comprometer-se em ser diferente nos três verbos da vida humana. Quando você conseguir fazer isso, poderá se colocar em um plano onde consigas compreender que não só você mudou, mas o mundo a sua volta, desde os primeiros centrímetros de distância.

     Fazer isso é como estar drogado sem ter fumado ou bebido uma gota de álcool. É como estar em transe sem ter meditado. É como respirar ar puro enquanto pula do alto de uma cachoeira. É liberar energias positivas em volta de sí mesmo. É libertar-se estando VIVO!



    Acha pouco? Mas pense nas possibilidades de quando pensar, agir e sentir dessa forma em tudo, com tudo... E melhor que isso, compartilhar as melhores coisas da vida dessa maneira com quem você mais quiser. É uma oportunidade única de ver as coisas de um ângulo diferente, estar consciente de que você tem essa capacidade e que pode fazer MUITO BEM com isso. Pra mim é o que vale de estar vivo. Já é!



    Boas tentativas a quem desejar! :]