segunda-feira, 25 de abril de 2011

O defeito

E um anjo pergunta a Deus por que Ele havia criado os homens com “aquele defeito”.

- Que defeito? – perguntou o criador, com brandura.

- Bem – disse o anjo -, eu reparei que as pessoas só têm uma asa, e não duas, como nós, e sabemos que são necessárias duas para voar. Então parece que eles nasceram defeituosos.

- Acontece, querido anjo – explicou Deus -, que cada homem e cada mulher tem, sim, duas asas, só que uma está consigo e a outra está em outra pessoa, escondida. Eu os fiz assim para que eles aprendessem a voar em pares e assim conseguissem chegar mais alto.

- Além disso – continuou o Todo-Poderoso -, dessa maneira eles também aprenderão a respeitar e a cuidar uns dos outros. Qualquer pessoa que magoe outra poderá estar machucando sua outra asa, e assim ficará impedida de voar. Só pelo amor, nunca pelo ódio, se aprenderá a voar pela vida, aproveitando toda a maravilha que ela tem para oferecer.


Retirado do site http://www.sapiensapiens.com.br/  - A importância da parceria.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Inteligência Emocional

Pau que nasce torto não tem jeito morre torto. Será?

A consciência sobre seus sentimentos e emoções em momentos de tensão torna-se um diferencial no exercício das suas atividades pessoais e profissionais. Você tem consciência disto?

Apesar de ter sido moda no início dos anos noventa, o tema Inteligência Emocional continua mais atual do que nunca. Estamos passando por momentos nos quais as pessoas estão sofrendo, definhando, perdendo oportunidades por não entenderem o que lhes está acontecendo. Tudo muda rapidamente.
Vemos pessoas passarem por momentos de desequilíbrio emocional, tomarem atitudes impensadas, na maioria das vezes com resultados inadequados e mesmo assim não conseguem conter o ímpeto agressivo e literalmente explodem machucando-se, machucando as pessoas com as quais se relacionam e principalmente, as pessoas que amam.
Assistimos pessoas se matarem-se no trânsito, pais matando os filhos e filhos matando os pais. Enquanto nos perguntamos: O que está acontecendo?
Neste mundo globalizado, as atividades do dia-a-dia são tão intensas que não sobra tempo para olhar para nós mesmos. A ansiedade, um sentimento de proteção natural, de alerta, tornou-se um veneno emocional que tira a paz e a tranqüilidade do ser humano, contraria a própria natureza, levando-os ao desespero, à depressão e às vezes até a morte. Será este o caminho a ser seguido?
Temos medo de tudo; andar de carro, andar de ônibus, iniciar um negócio, iniciar um relacionamento, criar os filhos, sair de casa... Que mundo é este que vivemos e o que podemos fazer para mudar esta realidade?
Como evitar as tensões da vida moderna: como risco de demissão, estresse, dívidas para pagar, mercado competitivo, falta de tempo para o lazer, falta de tempo para conviver com a nossa família, pessoas que cuidamos e amamos? Estas são situações que tendem a alterar o estado emocional de muitas das pessoas, levando-as ao seu próprio limite físico e psíquico, cujo resultado é o desequilíbrio emocional que normalmente leva as relações pessoais e profissionais ao colapso.
Será que devemos sobrepor a razão à emoção ou aprender a usar as duas de forma equilibrada e inteligente? Isso mesmo. É possível aprender a usar as emoções de forma assertiva e inteligente, através do desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento da Inteligência Emocional.
Claro que para isso é necessário buscar conhecer a pessoa mais importante que existe, ou seja, “você”. Ao mesmo tempo é preciso aprender a fazer escolhas, tarefa nem sempre muito simples, pois requer atitudes voltadas para mudanças e mudar pode se tornar uma tarefa árdua e extenuante. Afinal, estamos treinando a vida toda para sermos o que somos e de uma hora para outra vemos que os comportamentos que temos já não são adequados para a construção de uma vida melhor. Porém, para abandoná-los é necessário, na maioria das vezes, despendermos de muita energia psíquica.
Se você tem amor pela sua vida, pelos seus familiares, pelos seus amigos, pela sua empresa tome uma decisão muito racional e comece a desenvolver a sua inteligência emocional. Passe a ter entusiasmo pela vida, apaixone-se por si mesmo, desenvolva a sua autoconsciência, desenvolva sua capacidade para reconhecer o que os outros estão sentindo, relacione-se, fale, escute, sinta e planeje a sua vida de forma a torná-la cada dia mais leve, mais excitante e cheia de amor.

Um dia me fizeram uma pergunta muito simples:
- Você, como pessoa pode melhorar?
Logicamente respondi com orgulho: SIM!!
Aí, veio a pergunta que transformou a minha vida...
- Então qual é o motivo de você ainda continuar sendo quem é?

Eu decide mudar!
E você qual é a sua escolha?

Por: Antonio Marco França  e Carlos Alberto Saad

Fonte: Retirado do site Dimensão - Desenvolvimento Pessoal

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tristeza

E eu lamento:

Ohh se eu pudesse explicar;

Oh se eu pudesse lhes fazer provar;

Ah se de algum modo eu conseguisse abrir cabeças e introduzir novos pensamentos do "como";

Ah se eu pudesse lavar com agua estes olhos sujos de areia e lama;

Como eu queria abrir corações e plantar-lhes uma simples semente de opções que mudaria vidas ao redor!


Então me frusto por mesmo tendo intensões maravilhosas nestes difíceis relacionamentos não consigo agir para realizalas. Quem sabe quando poderei faze-lo? Espero que ao mínimo após morte! Espero que ao mínimo eu possa com quem pensou uma vez sequer em mim!
Talvez consideraria em certos momentos uma tolice continuar com esta esperança que ainda enquanto vivo conseguirei abrir os olhos de outra pessoa ao meu lado e faze-la enxergar esta visão maravilhosa!

Mas insisto! Gostaria profundamente e imensamente que no futuro eu realmente possa fazer outros olharem dentro do meu ser e ver nele tudo aquilo que há de bom para se ver, não apenas o que represento, mas  estas interpretações tão convenientes e melhores que as de nossa ignorancia! Acho que se eu pudesse fazer um pedido pra valer, este estaria com certeza em sua prioridade máxima ou imensurável no que diz respeito a VIDA!

Triste é aquele que não consegue enxergar seus queridos REALMENTE felizes tanto como gostaria.

sábado, 9 de abril de 2011

Conceito de Felicidade, Conceito de Infelicidade ou Conceito de não-Felicidade?

Dinheiro.

Dinheiro = poder.

Poder = ato de tomar posse.

Ser possessivo = viciante.

Vício = traz malefícios.

Malefícios = trazem infelicidade.


Logo se, (Dinheiro++ <- Mal) .E. != Felicidade, então...

Dinheiro em excesso = Infelicidade.

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Se eu uso uma nota 1 real todo dia e por cada dia, me habituo com isso, entretanto chega um dia e recebo uma nota de 100 reais, quais processos psicológicos e mentais eu terei apartir daquele momento, tomando em consideração da pratica consumista da sociedade nos dias de hoje?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sentido da Vida

Hummmm, algo realmente "desafioso" para se falar, já que inúmeros GRANDES filósofos passaram sua vida inteira tentando desvendar esta incógnita e muitos chegaram a desistir da busca.

Então o que levaria um pobre mortal como eu a ter alguma coisa a dizer sobre tal questão? Bem, também sou humano e como tal tenho suas características através da vida. Veja, a vida não é fácil realmente, ela nos coloca em situações algumas vezes que você fica em dúvida, você não sabe se vai conseguir sobrepujar tais situações, e quando estas tempestades passam fica o pensamento do porquê das coisas na vida serem de tal forma como são.

Isto é o que leva ao pensamento inicial, os momentos através da vida nos fazem pensar no real valor que a vida tem. Ora, talvez a questão em si não seja qual o sentido da vida, mas sim se este sentido existe ou não... Consegue me entender? O ser humano tem a necessidade de saber pelo menos esta resposta, porque já será o suficiente para continuar vivendo nas horas mais difíceis da vida, esta é a chave, existe ou não existe sentido em viver? Mas, de mesmo modo que perguntamos já o concluímos.
Simples, pense logicamente, raciocine e formule condições: se... não existisse sentido em viver... porque estar vivo? Se... não existisse sentido em estar vivo, porque estudar? trabalhar? casar? amar? odiar? Qual sentido entre o bem e o mal? Que mérito teríamos nas nossas escolhas? E já que nossas escolhas nos proporcionam RESPONSÁBILIDADES, continuaríamos tendo estas segundo esta idéia? Que sentido haveria em sofrer? Que sentido haveria em ser feliz? Porque continuar vivendo?

Ora, se não ouvesse algum sentido para estas perguntas o suicída não seria senão uma pessoa inteligente que poupa seu esforço indo direto pro alem sem precisar passar por mais transtornos em sua vida, em vez de simples ignorantes que não perceberam que mesmo eles poderiam raciocinar em cima desta pergunta e chegar em mesma conclusão.

SIM! Existe sentido em viver. Qual é? Está já é outra pergunta. E que muito provavelmente não podemos responder até o dia de nossa morte já que constitui respostas individuais (se fosse a mesma resposta para todos não haveria necessidade de sermos todos diferentes e com vidas diferentes).

Se ainda assim não conseguires enxergar que existe algum sentido em estares vivo, reflita: não há nada lhe impedindo de cometer suicídio. NADA que possuas lhe impede, nem vícios, nem responsabilidades, nem emprego, nem família ou pessoas queridas, uma vez que se enxergada desta forma nada haveria sentido e portanto nada o prenderia aqui.
Mas se você enxergar esta frase como sendo falsa, se houver apenas uma desculpa, apenas uma exceção, algo que lhe faça entrar em vacilo na hora de cometer tal ato, então você já sabe que o sentido de estar aqui... existe.

PS.: Se ainda assim cometeres suicídio então será pelo desespero e pela covardia e não mais pela falta de compreensão.